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Na quarta-feira (01), Dia Mundial do Leite, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, o Senar Sergipe realizou a entrega de certificados de participação da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) aos produtores de leite de Porto da Folha, Monte Alegre e Gararu, municípios do sertão, região que concentra boa parte da produção de leite de todo o estado de Sergipe.

Participaram da entrega dos certificados, o gerente técnico do Senar Sergipe, Saymo Fontes, a supervisora da ATeG, Pábola Nascimento, o superintendente do Ministério da Agricultura e Pecuária em Sergipe, Haroldo Araújo, o coordenador do Agronordeste, David Andrade e os secretários de Agricultura dos municípios de Gararu, Elísio Marinho e de Porto da Folha, onde aconteceu a entrega, Frankilane Azevedo, além dos técnicos de Campo, Geraldo Tenório, Paula Tais e Maria Francisca e os produtores de leite e quejeiros da região do alto sertão de Sergipe.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção de leite em Sergipe é de cerca de 1,1 milhão de litros de leite por dia.

Segundo a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), no Brasil, a pecuária leiteira é a única atividade presente em 99% das propriedades rurais. De acordo com dados da Pesquisa Pecuária Municipal (PPM/IBGE) de 2020, por ano, são produzidos mais de 35 bilhões de litros de leite. Nos últimos 20 anos, a produção cresceu 80% e o número de vacas ordenhadas foi reduzido em 10%, o que mostra a eficiência da atividade leiteira no Brasil.

O Senar Sergipe cumpriu a missão de aumentar a renda e a produção de leite em Sergipe. De acordo com o levantamento, do grupo de produtores de leite do Agronordeste, de 2020 a 2022, foram 375 propriedades assistidas com aumento de lucro total de 150%, aumento de renda bruta do leite de 46%, aumento de produção do leite de 31 % e a redução de custos de produção de 49%. “Os dados comprovam o comprometimento dos técnicos de campo com a missão do Senar em desenvolver a cadeia leiteira em nosso estado, além disso, os resultados só foram possíveis porque o produtor também se comprometeu com as orientações técnicas”, explica o presidente do Sistema Faese/Senar, Ivan Sobral.

Apesar dos desafios durante a pandemia, com a alta de insumos, os produtores assistidos no período de 2 anos pelo Senar Sergipe aumentaram a renda. Com a lucratividade alguns reinvestiram em tecnologias na propriedade e outros até realizaram sonhos, como foi o caso do pecuarista José Júlio, de Porto de Folha.


Com a assistência técnica e gerencial ele fez investimentos, dentre elas, melhoria na genética do rebanho, uso de ração balanceada, passou de ordenha manual para mecânica, ações que  proporcionaram o aumento da renda, assim, investiu na estrutura física, com a construção de cochos de alvenaria cobertos para alimentação do rebanho e realizou um grande sonho de viajar para São Paulo com a família toda. “Eu fiz investimentos que nem sabia que poderia, o que faltava mesmo era orientação, eu nunca tinha tirado férias, trabalhando de domingo a domingo e consegui ficar longe 15 dias, além de comprar um novo carro”, relatou grato o produtor.

 


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