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A visita da FPI à queijaria Fazenda Nova foi  vista como um caso de sucesso, com as grandes mudanças verificadas pela fiscalização.

 

Nesta segunda-feira (31/07), a equipe Abate da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) realizou uma visita à queijaria Fazenda Nova, localizada em Nossa Senhora da Glória, Sergipe. A propriedade, que há cinco anos era apenas uma fabriqueta, hoje é um laticínio organizado e em conformidade com as exigências dos órgãos fiscalizadores. Essa transformação foi possível com a contribuição da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar e a força de vontade em entregar um produto de qualidade ao consumidor da produtora.

 

Durante a visita, a coordenadora da FPI, Salete Dezen, elogiou as mudanças que foram realizadas na queijaria Fazenda Nova desde a primeira visita da equipe. Segundo a produtora de queijos Maria Joseane, que foi assistida pelo Senar com a ATeG, a coordenadora da FPI ficou emocionada com o progresso alcançado. Maria Joseane destaca que a visita da FPI há cinco anos foi uma surpresa, pois na época a queijaria trabalhava de forma equivocada por falta de conhecimento, mas foi nesse mesmo período de mudanças provocadas pela FPI, que as ações do Sistema Faese/Senar chegaram na propriedade.

 

O presidente do Sistema Faese/Senar, Ivan Sobral, ressalta que a missão do Sistema é transformar a vidas dos produtores com o conhecimento.

 

A história de Maria Joseane da Costa é inspiradora, pois com o aumento da renda proporcionado pelo empenho em atender às orientações da ATeG, ela conseguiu inaugurar seu laticínio, em janeiro de 2023, em conformidade com todas as exigências dos órgãos fiscalizadores e assim obteve o Selo de Inspeção Estadual (SIE).

 

A médica veterinária e técnica de campo da ATeG, Gladslene Góes, foi responsável por realizar visitas técnicas e gerenciais mensais em várias queijarias, incluindo a Fazenda Nova. Ao longo dos últimos dois anos, o programa de Assistência Técnica e Gerencial proporcionou mudanças significativas na vida dos produtores, impulsionando a qualidade e a rentabilidade do setor no médio e alto sertão sergipano. Com as técnicas e orientações fornecidas pela ATeG, houve um aumento no processamento de leite e no rendimento do queijo de coalho. Isso contribuiu para elevar a receita bruta mensal das queijarias atendidas, possibilitando investimentos em equipamentos que atendem as recomendações sanitárias e entregam um produto com maior segurança alimentar e produtividade.

 

O programa também contou com a combinação de esforços entre o governo estadual e federal, o que contribuiu para os avanços do setor ao longo desse período.

 

Com essas mudanças e melhorias, a produtora Maria Joseane expressa alegria e satisfação com o progresso alcançado ao longo desses cinco anos, saindo de uma fabriqueta para um laticínio de acordo com as normas. O trabalho conjunto da FPI, Sistema Faese/Senar e dos órgãos governamentais foi fundamental para essa transformação e representa um exemplo inspirador para outros produtores da região.


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