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Os alunos do curso Técnico em Agronegócio do polo de Carira apresentaram os trabalhos de conclusão do curso. Ao todo, 18 alunos apresentaram os trabalhos. O curso Técnico em Agronegócio tem duração de dois anos.

A pedagoga do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural em Sergipe -Senar/SE, Carla  Aparecida, explica que o Trabalho de Conclusão de Curso – TCC é um momento para os alunos apresentarem um pouco do conhecimento adquirido ao longo do curso. É uma troca de experiências.

 

“A elaboração dos projetos finais permite aos alunos uma revisão dos conteúdos trabalhados durante os dois anos de curso, qualquer que seja o tema escolhido, as apostilas do curso técnico em agronegócio oferecem embasamento para compor as referências bibliográficas utilizadas, assim como, as aulas teóricas e práticas, presenciais ou a distância”, enfatiza Carla.

 

O aluno José Raimundo Brito apresentou o trabalho sobre defensivos agrícolas. O objetivo foi chamar a atenção para o uso incorreto dos defensivos nas pequenas propriedades.

 

“Os pequenos produtores estão correndo um grande risco com o uso incorreto dos defensivos. Começa com a venda, manipulação até  a aplicação. Sempre o prejuízo é eminente. Não utilizam as dosagens corretas, problemas de saúde, o mau uso dos defensivos para causar problemas no futuro. Acho que é falta informação e assistência técnica”, afirma José Raimundo.

As alunas Mirtes Aurélia Souza de Jesus e Neirivane Santos do Nascimento apresentaram o trabalho com o tema ‘Estudo de caso da bovinocultura leiteira da Associação de Cooperação Agrícola Edmilson Oliveira’. O projeto de pesquisa foi realizado em uma das comunidades beneficiadas pelo projeto Dom Távora.

 

“O trabalho de pesquisa teve como objetivo principal avaliar a eficiência produtiva e social da bovinocultura leiteira nas propriedades assistidas pelo Projeto Dom Távora no município de Carira/SE. Diante os resultados obtidos o projeto Dom Távora foi favorável à melhoria dos custos de produção do leite, na melhoria da geração de renda, no melhoramento genético do rebanho, na redução de mortalidade dos animais, na inserção de mulheres e jovens e com isso, contribuiu para a melhoria de qualidade de vida do homem no campo”, explica Mirtes.