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O programa de Assistência Técnica e Gerencial – ATeG do Senar/SE tem mudado a vida dos produtores do semiárido sergipano. Na sexta-feira, 29, os técnicos de campo apresentaram os principais resultados após um ano de assistência. Com orientações técnicas e gerenciais, os produtores diminuíram custos e aumentam a produção.

 

O Senar atende produtores nas cadeias da fruticultura, agroindústria e pecuária de leite, através do Programa AgroNordeste. São mais de 400 produtores atendidos nos municípios do semiárido.

 

A coordenadora da ATeG, Taynã Matos, avalia como positivo o trabalho desenvolvimento pelos técnicos e supervisores no campo. “Apesar de 2020 ter sido um ano difícil, a equipe de técnicos desempenhou um bom trabalho apresentando a evolução dos produtores ao longo de um ano de assistência técnica. Os produtores conseguiram reduzir custos e aumentar a produção com a ATeG”.

 

Na cadeia da pecuária leiteira, o Senar Sergipe atende 392 produtores de leite no semiárido sergipano. Os produtores reduziram custos e aumentaram a produção, além de melhorar o gerencial da propriedade.

 

O técnico de campo Rhavanne Emmanuel Santos destaca que apesar da alta dos insumos, os produtores cresceram dentro da atividade.Conseguimos aumentar a produtividade sem crescer muito o rebanho. Eles enfrentaram um problema esse ano que foi a alta dos insumos, mas a produção conseguiu diluir bem e vem dando resultados positivos. É gratificante para gente porque conseguimos mensurar os resultados de um ano. Às vezes estamos no dia a dia com eles e não temos a visão do todo, mas quando condensamos os dados, você consegue ver o que melhorou na produção, na vida do produtor e consegue ter um reflexo do seu trabalho”, afirma.

 

O técnico de campo Pablo Jonata afirma que muitos produtores cresceram ao longo do ano com as orientações técnicas e gerencias.É bem motivante ver produtores que saíram de uma condição ruim com receita e produção baixa e hoje, depois de um ano, eles conseguem ter uma renda boa e aumentaram a produção e a qualidade das estruturas. Isso é motivante e desejamos fazer muito mais por eles”.

 


Fruticultura e Agroindústria

 

O Senar atende na cadeia da fruticultura 26 produtores nos municípios de Canindé de São Francisco e Poço Redondo. As principais frutas produzidas são: goiaba, acerola, pera, uva e maracujá. A técnica de campo Paula Yaguiu destaca a importância na assistência no crescimento dos produtores.

 

“Esses produtores não tinham acesso à assistência técnica. Muitas coisas eles vinham fazendo de forma empírica através de indicações dos vizinhos, mas na base eles não entendiam o que estavam fazendo. Quando mostramos, principalmente a questão da adubação e manejo cultural, eles foram percebendo a importância de fazer com técnica. Eles estão vendo os resultados tanto financeiro como na redução do custo e aumento da produção. Eles estão realizando anotações e percebendo a importância de fazer o gerencial”, explica Paula.

 

Na cadeia da agroindústria, o Senar atende 40 produtores nos municípios de Canindé de São Francisco, Poço Redondo, Porto da Folha, Nossa Senhora Aparecida, Graccho Cardoso e Itabi. A técnica de campo Vanicleide Silva Santos destacou as principais ações desenvolvidas ao longo do ano.

 

“Neste primeiro ano desenvolvemos a parte técnica do produtor. Não só no gerencial, como também mostrando a importância da metodologia para a produção de queijos, temperatura, corte de talhada e o processamento. A adequação do processamento para promover a melhoria e o rendimento produtivo e econômico para que ele consiga acumular capital e investir na agroindústria com a aquisição de equipamentos que possam ser usados no futuro e para o processo de regularização”, afirma Vanicleide.

 

A técnica de campo Gladslene Goes afirma que o principal desafio foi conscientizar os produtores sobre as boas práticas para a produção dos queijos e melhorar a qualidade dos produtores.

 

“O primeiro objetivo foi conscientizar os produtores sobre a importância da qualidade do produto. Não somente para aquele  produto com segurança, com na qualidade nutricional para o consumidor, como também mostrar para eles que  se você consegue melhorar a qualidade de higiene na manipulação desses produtos com boas práticas de fabricação, eles tanto conseguem produzir um produto com qualidade e segurança alimentar como também previnem prejuízos, consequentemente aumenta o rendimento e o lucro final”, explica Gladslene.


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