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O produtor Carlos Augusto Couto Santos vive da produção de leite no povoado Campo Grande, no município de Itabi. Através do Programa de Assistência Técnica e Gerencial, Carlos Augusto melhorou o gerenciamento da sua propriedade e hoje tem uma melhor qualidade de vida.

 

 

Carlos Augusto conta que plantava um pouco de tudo na sua propriedade, mas não sabia administrar e sempre faltava alimento para o rebanho. “Eu tinha ração, mas não sabia como calcular e quando menos esperava já estava quase sem alimento. Tinha palma, fazia silagem, tinha de tudo um pouco e não sabia administrar e fazer os cálculos como faço hoje”.

 

 

O técnico de campo Adelson Santana afirma que o planejamento forrageiro é muito importante na propriedade. Segundo Adelson, durante visita ao produtor é necessário calcular quantos animais serão alimentados no período planejado, decidir a área para plantio, a espécie forrageira que será escolhida, a média de chuvas na região, tipos de solo e se existem outros recursos forrageiros.

 

 

“Depois de discutir esses pontos, podemos calcular e ter uma estimativa de quanto o produtor tem de reserva alimentar, quanto cada categoria alimentar irá consumir diariamente durante 12 a 24 meses. Se é necessário ou não aumentar a área de plantio ou até mesmo uma redução do plantel para adequação dos recursos forrageiros”, explica o técnico de campo.

 

 

Segundo o técnico Adelson, todas essas informações foram discutidas com o produtor Carlos Augusto que realizou o planejamento forrageiro pela primeira vez e hoje tem uma reserva alimentar para o ano inteiro.

 

 

“Ele achava que determinadas tarefas para silagem resolvia o problema dele, mas quando entrava o verão não tinha mais comida e recorria aos alimentos mais alternativos. Este ano, ele chegou a colher só de silagem mais de 60 toneladas. O que já é suficiente para passar o verão e ainda sobra alimento. A reserva alimentar dele está garantida”, afirma Adelson.

 

 

Bons resultados

 

 

Além do planejamento forrageiro, Carlos Augusto reduziu os custos da produção do leite. No início do programa, ele produzia o leite por R$ 1,25 e vendia por R$ 1,30 o litro. Com as orientações técnicas da assistência, o custo da produção reduziu e ele passou a produzir o leite por R$ 0,70.

 

Ainda segundo o técnico de campo Adelson Santana, além de melhorar os custos da produção o maior avanço foi na melhora da qualidade de vida do produtor Carlos Augusto e da sua família. “Seu Carlos já relatou diversas vezes que praticamente zerou as dívidas e que nunca tinha saído de um período seco sem dever. Depois do Senar, ele conseguiu pagar as dívidas e ganhar dinheiro no período seco”.